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Arquivo da tag: Economia

Um Brasil de abusos

Existem vários estereótipos, quando queremos definir um japonês, logo descrevemos um pequeno rapaz, com rosto de outros milhões, andando predestinado, fazendo coisas “estranhas” e qualquer coisa que “japas” façam. Americano é aquele obeso, amante da violência e de carros potentes(esse último eu amo), super conservador, um redneck. E o brasileiro? É simplesmente aquele folgado, adora usar suas artimanhas para chegar aonde quer, preguiçoso mas alegre. É, só brasileiro é alegre.

Seria sim legítimo esse rótulo. Vivemos em um país de abusos e mais abusos. Desde o indivíduo da mais baixa classe, até o de maior importância, tanto política quanto econômica. Tomar uma dose de Brasil é complicado, é um drink muito amargo, imagine só.

Comece imaginando a sua destreza ao enfrentar nosso trânsito, com tantos imprudentes, alguns por ignorância das leis e outros por obsessão de chegar rápido. Existem ainda os que se sentem os deuses da rua… É um show de horrores. Agora você chega no banco, observa alguém tomar o seu lugar na fila, porque o banco não se preocupa com modernização mas te faz esperar 40 minutos para pagar uma mísera conta. Essa conta tem impostos altíssimos. São o alimento dessa gigante máquina estatal, defasada e lenta.

Lembre-se da conta, é de luz, agora você vai para a sua casa torcendo para ter energia elétrica. Se tiver sorte vai poder ligar a televisão e ver o caso do Mensalão(só ele, porque só existe o PT), várias mortes e assassinatos. É um bom conteúdo para o seu descanso. Sim, você descansa, 6 horas de sono é o suficiente para a sua rotina de 12 horas no trabalho/carro.

Se na sua própria rotina, você conseguiu destacar tantos abusos, agora olhe para a cena política. O STF tenta fazer justiça com as próprias mãos, passando por cima da Constituição Federal, quer condernar sem provas. Interessante é que tantos não foram condenados, mesmo não tendo provas contra. Hoje é preciso provar a sua inocência. Virou um julgamento poítico. Uma crise institucional. Abuso.

O Legislativo junto com o Executivo de alguns estados ou municípios, só aumentam seus salários, bem acima da inflação. Sim eles perderam poder de compra, nós vamos receber nosso aumento para compensar mas não seria a hora de, acabar com esses salários absurdos? Bastariam não aumentar a cada ano. Não representam o povo e sim quem os apoiou, quem os financiou. Se venderam sem a nossa permissão. Abuso.

Os meios de informação usam seu poder para intrometer na política. É fácil perceber a perseguição à esquerda brasileira e o amor aos direitistas. Colocaram Collor no poder e retiraram. Manipulam sem preocupação com a nação. Abuso.

E a polícia? Se auto intitulam juízes da vida, eles setenciam a morte. Não existe recuperação, são todos iguais, são lixos e devem morrer, é o que dizem. As pessoas que defendem isso, estão abusando, concedendo um poder acima do normal. Deve existir o equilíbrio entre forças em um Estado. Você que hoje é contra leis que te defendem, os direitos humanos, é porque ainda não os viu sendo violados, de forma mais explícita. Espere e verá.

A igreja, na forma dos pentecostais e católicos, agrariam fortunas encima dos mais necessitados, não pagam impostos e tentam impor seu modo de pensar na sociedade. Interferem cada vez mais na política. Querem uma teocracia. Não aceitam críticas porque isso é “intolerância religiosa”. Abuso.

E você? Abusa?

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Publicado por em 14 de janeiro de 2013 em Artigo

 

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Gratuito?

A publicidade na internet vem ganhando seu espaço, pouco notada mas aumenta em passos largos. Uma das principais estratégias de mercado, é a propaganda, que estimula potenciais consumidores à comprar ou usar serviços. Quanto maior a exposição mais facilmente a mensagem, que determinada empresa precisa passar, é captada e fixada na memória do indivíduo.

A Google, é uma das pioneiras nesse ramo, oferecendo serviços e produtos “gratuitos”. A verdade é que não são gratuitos. Ao concordar com os termos e condições, você está cedendo um espaço na sua pesquisa ou caixa de e-mail. Esse espaço é destinado à publicidade. Usando scripts avançados, é feito um perfil do utilizador padrão. Caso o cliente opte por usar apenas o site de buscas, o IP é salvo atrelando a ele todas as pesquisas feitas, com isso, é possível direcionar as pesquisas. Se você usar o Google Chrome ou Google Mail, a tarefa é muito mais fácil.

Tacada de mestre que é seguida hoje. Quando se fala em Softwares ou sites que não cobram para serem usados, é óbvio que a sua receita é obtida de algum outro modo, que é, a publicidade. Vejam o caso do Facebook, quanto mais características anexadas e páginas que você Curte, mais informações são usadas para direcionar os anúncios que condizem com o seu perfil de pessoa.

Então imagine a poluição que isso se tornou. É praticamente impossível entrar em alguma página ou abrir um software gratuito sem se deparar com inúmeras propagandas. O espaço que poderia ser usado para novas funcionalidades são disputados à espadas por empresas. Talvez o melhor exemplo seja o You Tube, que pertence ao Google, cada vez mais impregnado de anúncios. Os famigerados toolbars, alguns mini programas de propagandas e outras quinquilharias que passam despercebidas durante o processo de instalação, também fazem a festa.

O cumulo foi achar dois widgets na Área de Trabalho com propagandas! Mas isso foi em um computador de leigo. Os que mais sofrem. Esses[widgets] também são instalados durante a inserção de algum programa gratuito. Tome cuidado na hora da instalação.

É inegável que é uma boa estratégia, rende uma receita até considerável. Mas tudo é relativo ao número de usuários de determinado site ou software possui. Alguns destes já oferecem versões ou planos pagos quem excluem as propagandas. É um rendimento que garante o trabalho dos desenvolvedores, gera empregos e ganhos em algumas cadeias produtivas. É válido mas evidência um certo descontentamento do usuário.

O assunto ainda abre brecha para uma constatação: Qual o limite de nossa privacidade online? Os logaritmos usados chegam a ser tão complexos que podem até definir a idade do usuário. Tudo feito de forma passiva sem que o usuário necessite de anexar tais informações, como em Redes Sociais, por exemplo.

O capitalismo mostra seu tamanho dinamismo ao conseguir adentrar nas menores frestas. A publicidade é a alma do negócio e está sendo usado em todas as oportunidades que aparecem. Aumentar o consumo, criar empregos, alavancar índices sociais, tudo se liga em na cadeia do capital. Mas se usam a publicidade de forma correta, em todos os casos, ai é outra história…

 
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Publicado por em 11 de outubro de 2012 em Discorra

 

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Um breve relato sobre a China…

É bom se informar quando entramos no caminho de uma Nova Ordem Mundial, nada de teorias de conspiração, mas sim o fenômeno CHINA… Inexorável líder no campo econômico, futuramente – caso o tio sam não faça uma visitinha.

Ao se completar o processo de ocupação do poder na China, Mao Tsé-Tung se empenhou em dois tipos de manobra, uma para fortalecer a economia e outra para promover o modelo para as massas. Era preciso mostrar(ou criar) as melhorias conseguidas a partir do regime socialista e comover a população, massificando o pensamento, trabalhando com o aspecto messiânico do líder. A famigerada propagando que tanto conhecemos, criando-se belos movimentos de massa, datas, comemorações, tudo para o povo se alegrar. “Eh, ôô, vida de gado, povo marcado, ê povo feliz, eh, ôô, vida de gado, povo marcado, ê povo feliz” já dizia Zé Ramalho…

O primeiro plano foi o quinquenal chinês (1953-1958), baseada em reforma agrária, educação obrigatória e formação de cooperativas. A segunda foi o Grande Saltos Adiante (1958-1960), quando foi proposto um crescimento rápido e com igualitarismo. Foi aumentada a superfície cultivada, incentivo a industrialização e as Comunas Rurais mas  o plano foi um fracasso, fatores climáticos atrapalharam e muito a produção agrícola, a indústria cresceu pouco e a china se desprendeu da URSS. O resultado foram mortes e revoltas contra o modelo.

Para não perder o apoio popular, devido ao fracasso econômico, foi preciso lançar a Grande Revolução Cultura Proletária. Mas não foi um plano de propaganda como aparenta ser, na realidade foi uma grande perseguição aos opositores ao regime, com o fim de consolidar o poder de Mao. Os alvores foram: membros do partido com aspirações ocidentais ou aliados à URSS; funcionários burocratas e os intelectuais, esses últimos representavam a maior ameaça. A polícia política, Guarda Vermelha, foi a responsável pelo espólio. No fim do plano, houve o uso massivo da propaganda e a tática de elevar o patamar do líder, usando o messianismo político.

Em 1978 começa a abertura econômica da China, liderada pelo novo líder Deng Xioping(Mao morreu em 1976) exaltando as ZEE’s(Zonas Econômicas Especiais) onde o capital estrangeiro era entrado, de forma controlada, criando uma plataforma de exportação. As transnacionais foram seduzidas pela oferta de mão-de-obra, seu custo e a disponibilidade de matérias primas no farto território chinês. O governo tratou de investir na agricultura, indústria de base, indústria bélica e na tecnologia. Com o tempo, as cidades pertencentes à ZEE’s, se tornaram, grandes polos econômicos, com um mercado aquecido devido ao poder de compra do chinês moderno. Se antes apenas viviam do comércio exterior, agora, a China valoriza o interno, algo realista sabendo das crises que rondam o século XXI.

Em 1989 começam grandes manifestos, liderados por estudantes em protesto ao regime autoritário chinês. Mesmo com a abertura econômico, os direitos políticos não evoluíram e o modelo evidenciava o seu antagonismo. De um lado a economia de mercado e do outro um Estado totalitário, inchado e providencial. O fato mais importante foi o Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989. Foi grande o número de civis mortos pelo governo em tais manifestos, tanto que foi necessário impor a Lei Marcial.

No ano de 1997, Hong Kong e Macau retornam ao domínio chinês, a primeira era de propriedade inglesa e a segunda portuguesa. Foi implantado o sistema de RAE(Regiões Administrativas Especiais) nas duas cidades, assim possuem autonomia política e econômica especial.  A China chega ao nível de sediar uma olimpíada em 2008, foram investidos US$42 bilhões em obras estruturais para se adequar ao nível necessário.

Atualmente a China é a segunda maior economia no mundo, não é um país desenvolvido, devido ao seu baixo IDH, mas tem média de 8% de crescimento anual do PIB nos últimos trinta anos, em 2011 marcou 9,2%, mesmo em época de recessão econômica mundial. Ela conseguiu um papel muito importante no cenário econômico mundial, sendo grande comprador e vendedor. Uma simples queda na vistosa taxa de crescimento já representa prejuízos para os outros países com qual possui vínculos.

Uma coisa não evolui na China, os direitos políticos, os cidadãos continuam vivendo massificados em um regime totalitário com a exaltação de um líder com tons messiânicos. Uma servidão passiva, gerando um grandes contrastes com os conceitos de liberalismo econômico e democracia, ditos anteriormente como, intrísecos. Não obstante esse país ainda marca e evidência o legado do absolutismo, facismo e qualquer outro regime que ofenda a liberdade individual.

Mas isso importa ao capitalismo? Não. Dumping, violação dos direitos humanos, tudo vale para se maximizar os lucros. O liberalismo não deve abrir brechas para a deterioração da nossa condição humana, já ridícula e curta. Isso também evidência a hipocrisia das nações. Adianta lutar contra regimes autoritários no Oriente Médio se alimentamos um bem maior? Pura demagogia. Não importa o regime, as condições humanas, importa é quanto proveitoso será as relações comerciais com determinados países. Importa o quanto de lucro conseguirei produzindo em fábricas com operários em regime de semi-escravidão…

“Amo vocês mas se não me obedecerem vão para a Sibéria da China”

 
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Publicado por em 30 de agosto de 2012 em Artigo

 

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Economia debilitada

Seria clichê dizer tocar na mesma tecla, permanentemente, mas é necessário já que chegamos à um estágio pouco desajável. Não que seja dos piores mas de longe surpreende por variáveis conflituantes. Medidas cambiais, greves generalizadas, eleições, fenômeno Copa 2014 e o inchaço crônico da máquina estatal. Vamos lá!

Com uma expectativa de baixo crescimento do PIB, algo em torno de 2,5% e problemas com a balança comercial, o governo decidiu se mexer, do modo mais fácil é claro. Deram à um grupo de burocratas o poder de definir a taxa Selic, a partir disso, incentir o consumo. Nesse caso, os resultados ainda não foram expressivos, já que, o índice de endividamento é alto, junto com a inadimplência e pouco comprometimento dos bancos privados com a redução de seus juros. O brasileiro não possui tamanha condição de comprar como na era Lula. O dragão da inflação anda adormecido, pelo menos.

Vieram as medidas protecionistas para barrar a entrada de veículos importados, claro, não foi possível resolver os problemas crônicos que encarecem a fabricação em solo brasileiro. Simplesmente taxaram o veículo importado, de maior qualidade e com melhor preço que os fabricados por aqui, barrando um processo natural da economia livre, a concorrência. Existe ainda a redução atual do IPI que mesmo assim não evitou a demissão em massa de uma das fábricas da GM. Redução essa que não é fiscalizada, abrindo brechas para uso indevido do benefício, ou seja, com propósito de aumentar a margem de lucro. Ainda aparece a queda vertiginosa do preço de veículos usados, junto com uma queda expressiva nas vendas.

Soma-se isso às greves generalizadas, com uma expectativa de 100 bilhões para quitar todas as reivindicações. Um arrombo que é criminoso em tempos de redução de gastos, já que, boa parte da verba da união está sendo direcionada para preparar o Brasil para a Copa do Mundo de 2014. Esse problema aflinge os dois lados, os grevistas ficam com poucas esperanças, mesmo lutando, a ordem[do governo] é para não ceder. Os políticos perdem grandes jogadas políticas, sabendo que arrecadaria bastante atendendo aos pedidos de determinado setor grevista. Pior ainda para o brasileiro, fica sem receber um serviço que é de obrigatoriedade estatal, mesmo pagando por isso.

Nesses nuances, fica cambaleando a saúde financeira do Brasil. Mas sejamos francos, mesmo as medidas não sendo as melhores, pelo menos, algo foi feito em nome da progresso economico e não por apenas jogada política, típico do governo Lula. Dizem que as medidas são de médio-longo prazo e vão começar a surtir efeito nesse segundo semestre, esperamos assim.

 
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Publicado por em 26 de julho de 2012 em Artigo

 

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Atropelando…

Uma nova medida do governo assombra o Congresso Nacional(se assombra é porque não está agrando muito). A alíquota unificada, é a proposta para acabar com a “guerra dos portos”, onde, o porto coloca a taxa que quer, afim de ganhar competitividade. O argumento para a medida é de que, vai controlar a entrada de importados. A taxa será de 4%, unificada para todos os portos.

Concerteza estão desconsiderando todos os demais estados que possuem portos, se havia “guerra” é porque não havia equidade. O sudeste, tirando Espírito Santos, concentra a maior parte das atividades, se destacando o porto de Santos. Caso aprovada, a expectativa é de aumento de atividade no porto de Santos, monopolizando mais ainda…

A ação não leva em consideração os estados que serão prejudicados, os desconhece e não dá poder de serem ouvidos, é daquelas atitudes que estrapolam o bom senso, diplomacia violenta. Darão poder de voz aos estados, só depois de aprovarem, vimos isso também com as sansões ao México e tantas irresoluções à indústria automotiva. No que tange e economia, parece não haver quem possa se opor às ações do governo. Agem sem estudo, desconhecem a palavra “acordo” e por não há constância. Pesa mais ainda saber que o “custo Brasil” supre o lastro de 4%, e com folga!

São 4 meses com tentativas frustadas de negociar uma transição, porque a medida deverá entrar em vigor já em 2013, uma mudança abrupta e pode ocorrer briga na justiça, caso não hajam algum plano de transição favorável. Agora é esperar os mandos e desmandos, pelo menos pode se provar que federação é um nome estranho por aquelas bandas…

AD NUTUM!

 

 

 

Queremos trabalhar também...

 
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Publicado por em 18 de abril de 2012 em Uncategorized

 

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Protegendo o criminoso

Entra mês e sai mês, crise global, novamente quedas no sistema neoliberal e as oscilações nas bolsas de valores trazem terror para a população. Vivendo em uma país que defende não se decide o caminho, totalmente neoliberal ou em parte? Tais problemas e questões estão saturadas e não merecem citação, apenas resolução.

Ao decorrer desse mês houve o anúncio de Manteiga do aumento do IPI sobre véiculos importados, ao completamente ligado a economia, balança comercial e afins. O Brasil em si perde bilhões nessa balança desfavorável, principalmente com a Argentina, a gama de veículos que rodam sobre nosso solo é em maior parte importada e não produzido em solo tupiniquim. Mesmo montadoras com bastante tempo de mercado, evita produzi-los aqui e isso mostra que não se importam com o consumidor, que sofre o impacto indireto disso.

O prejuízo maior certamente será para quem não fabrica aqui, como as marcas mais novas, as coreanas e chinesas e são logo as que mais crescem no Brasil. A cada ano elas tomam mais o mercado e retiram uma quantidade das mãos das “4 grandes”. Logo pode se nascer indagações de que, houve lobby! Isso não pode-se afirmar equivocadamente, uma vez que, essas grandes também terão reajustes.

O discurso é dito como protecionista e é, porém, há um grande movimento ainda na internet, contra o preço abusivo dos veículos vendidos aqui, que são os mais caros do mundo. Elas produzem então carros com baixa tecnologia e segurança, vendem por preços abusivos e compramos esses carros. Mesmo com esses detalhes importantes ainda fica claro o benefício, realmente é uma proteção de mercado. Nosso mercado cresce a cada ano, compramos carros e mais carros, um dos maiores mercados do mundo e logo fica viável novas fábricas se instalarem aqui, ou não, lembre-se dos custos de produção dos Tigres Asiáticos que podem valer mais a pena.

Não se deve esquecer que as montadores que importam, também praticam altas taxas de lucro e isso as colocam no mesmo patamar das “4 grandes” abusando do consumidor que continua comprando os veículos.

Concluo que, a medida é inteiramente de proteção do mercado e isso é louvável sim, porém, os carros produzidos aqui são de pior qualidade e mais caros, os carros importados eram alternativas melhores de mais qualidade e melhor custo benefício. Com esse aumento fica mais difícil conseguir esse veículo de melhor qualidade e o consumidor fica mais pressionado a escolher o nacional, aquele. O que garante a continuidade dos preços de carros nacionais? Eles podem aumentar e aumentar a absurda taxa de lucro.

Caro leitor, certamente pode ter pensado nisso desde o ínicio do texto, porém, não citei isso. Sim, o consumidor é um dos males de tudo isso, o mesmo consumidor que compra o carro brasileiro caro e de má qualidade, também vota mal nas eleições. É a velha relação de autor e ator, nós somos os autores dos problemas [preços abusivos] que nos acercam, elas são atores de nossa condição criada. Isso só mudará com a pesquisa antes da compra e fim dos velhos dogmas ligados a veículos, sim coisas tão pequenas podem mudar totalmente o rumo da nossa industria automotiva para melhor.

 

 

Carro caro!

 

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2011 em Discorra

 

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