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Parcialidade corriqueira.

O brasileiro se confrontou com uma nova realidade política, após a posse de Lula. A corrupção. É, parece que antes ela não existia. Somos bombardiados, 24h por dia, com suposições, possíveis casos e poucas verdades sobre a esquerda governante. É fato que houve corrupção, como o do Mensalão mas esse, figura na 10º, quando se compara os escândalos políticos em relação ao dinheiro envolvido. Interessante, porque, diziam ser o “maior caso de corrupção da história”.

Irônias a parte, é claro novamente a manipulação da mídia conservadora. Enquanto o PT é massacrado, Álvaro Dias é pego na malha fina por não ter declarado 16 milões de reais e Aécio Neves sofre com os fantasmas do escândalo encima de sua campanha para o governo de Minas Gerais em 2002. Sem falar o Gilmar Mendes que apareceu na listinha do Valerioduto, recebendo uma boa ajuda de custo, no valor de 185 mil reais. Ele que julga o Mensalão.

Você que é goiano, suponho que saiba então do desvio de verba pública em Leopoldo de Bulhões, cidade pequena, apenas 7875 habitantes (Ibge/2010) e que perdeu 1,9 milhão de reais. A cidade é governada pelo PSDB. Um pouco de parcialidade talvez.

O fato é que o direcionamento dos canhões midíaticos é sempre ao PT. A elite não se conforma com a perda de poder. Não consegue conviver com um porteiro viajando para New York(pérolas dos articulistas da direita). O poder sempre esteve ao lado dos mais ricos, dos que concentram as riquezas e as dividem com seus comparças, abrindo as pernas para as grandes corporações e capital privado. O povo está sendo representado mas iludido.

Em terra de mídia conservadora, mesmo com a queda da desigualdade social, quase a duplicação da renda dos mais pobres e os menores índices de miséria da história, a grande parte da população ainda usa esse cabresto político.

 

Aécio e o Laranja.

Gilmar e os 185 mil.

Álvaro e os 16 milhões.

Desvio em Leopoldo de Bulhões.

O perigo de dar de cara com o próprio porteiro em Nova York.

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Publicado por em 19 de janeiro de 2013 em Uncategorized

 

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Um Brasil de abusos

Existem vários estereótipos, quando queremos definir um japonês, logo descrevemos um pequeno rapaz, com rosto de outros milhões, andando predestinado, fazendo coisas “estranhas” e qualquer coisa que “japas” façam. Americano é aquele obeso, amante da violência e de carros potentes(esse último eu amo), super conservador, um redneck. E o brasileiro? É simplesmente aquele folgado, adora usar suas artimanhas para chegar aonde quer, preguiçoso mas alegre. É, só brasileiro é alegre.

Seria sim legítimo esse rótulo. Vivemos em um país de abusos e mais abusos. Desde o indivíduo da mais baixa classe, até o de maior importância, tanto política quanto econômica. Tomar uma dose de Brasil é complicado, é um drink muito amargo, imagine só.

Comece imaginando a sua destreza ao enfrentar nosso trânsito, com tantos imprudentes, alguns por ignorância das leis e outros por obsessão de chegar rápido. Existem ainda os que se sentem os deuses da rua… É um show de horrores. Agora você chega no banco, observa alguém tomar o seu lugar na fila, porque o banco não se preocupa com modernização mas te faz esperar 40 minutos para pagar uma mísera conta. Essa conta tem impostos altíssimos. São o alimento dessa gigante máquina estatal, defasada e lenta.

Lembre-se da conta, é de luz, agora você vai para a sua casa torcendo para ter energia elétrica. Se tiver sorte vai poder ligar a televisão e ver o caso do Mensalão(só ele, porque só existe o PT), várias mortes e assassinatos. É um bom conteúdo para o seu descanso. Sim, você descansa, 6 horas de sono é o suficiente para a sua rotina de 12 horas no trabalho/carro.

Se na sua própria rotina, você conseguiu destacar tantos abusos, agora olhe para a cena política. O STF tenta fazer justiça com as próprias mãos, passando por cima da Constituição Federal, quer condernar sem provas. Interessante é que tantos não foram condenados, mesmo não tendo provas contra. Hoje é preciso provar a sua inocência. Virou um julgamento poítico. Uma crise institucional. Abuso.

O Legislativo junto com o Executivo de alguns estados ou municípios, só aumentam seus salários, bem acima da inflação. Sim eles perderam poder de compra, nós vamos receber nosso aumento para compensar mas não seria a hora de, acabar com esses salários absurdos? Bastariam não aumentar a cada ano. Não representam o povo e sim quem os apoiou, quem os financiou. Se venderam sem a nossa permissão. Abuso.

Os meios de informação usam seu poder para intrometer na política. É fácil perceber a perseguição à esquerda brasileira e o amor aos direitistas. Colocaram Collor no poder e retiraram. Manipulam sem preocupação com a nação. Abuso.

E a polícia? Se auto intitulam juízes da vida, eles setenciam a morte. Não existe recuperação, são todos iguais, são lixos e devem morrer, é o que dizem. As pessoas que defendem isso, estão abusando, concedendo um poder acima do normal. Deve existir o equilíbrio entre forças em um Estado. Você que hoje é contra leis que te defendem, os direitos humanos, é porque ainda não os viu sendo violados, de forma mais explícita. Espere e verá.

A igreja, na forma dos pentecostais e católicos, agrariam fortunas encima dos mais necessitados, não pagam impostos e tentam impor seu modo de pensar na sociedade. Interferem cada vez mais na política. Querem uma teocracia. Não aceitam críticas porque isso é “intolerância religiosa”. Abuso.

E você? Abusa?

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2013 em Artigo

 

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Economia debilitada

Seria clichê dizer tocar na mesma tecla, permanentemente, mas é necessário já que chegamos à um estágio pouco desajável. Não que seja dos piores mas de longe surpreende por variáveis conflituantes. Medidas cambiais, greves generalizadas, eleições, fenômeno Copa 2014 e o inchaço crônico da máquina estatal. Vamos lá!

Com uma expectativa de baixo crescimento do PIB, algo em torno de 2,5% e problemas com a balança comercial, o governo decidiu se mexer, do modo mais fácil é claro. Deram à um grupo de burocratas o poder de definir a taxa Selic, a partir disso, incentir o consumo. Nesse caso, os resultados ainda não foram expressivos, já que, o índice de endividamento é alto, junto com a inadimplência e pouco comprometimento dos bancos privados com a redução de seus juros. O brasileiro não possui tamanha condição de comprar como na era Lula. O dragão da inflação anda adormecido, pelo menos.

Vieram as medidas protecionistas para barrar a entrada de veículos importados, claro, não foi possível resolver os problemas crônicos que encarecem a fabricação em solo brasileiro. Simplesmente taxaram o veículo importado, de maior qualidade e com melhor preço que os fabricados por aqui, barrando um processo natural da economia livre, a concorrência. Existe ainda a redução atual do IPI que mesmo assim não evitou a demissão em massa de uma das fábricas da GM. Redução essa que não é fiscalizada, abrindo brechas para uso indevido do benefício, ou seja, com propósito de aumentar a margem de lucro. Ainda aparece a queda vertiginosa do preço de veículos usados, junto com uma queda expressiva nas vendas.

Soma-se isso às greves generalizadas, com uma expectativa de 100 bilhões para quitar todas as reivindicações. Um arrombo que é criminoso em tempos de redução de gastos, já que, boa parte da verba da união está sendo direcionada para preparar o Brasil para a Copa do Mundo de 2014. Esse problema aflinge os dois lados, os grevistas ficam com poucas esperanças, mesmo lutando, a ordem[do governo] é para não ceder. Os políticos perdem grandes jogadas políticas, sabendo que arrecadaria bastante atendendo aos pedidos de determinado setor grevista. Pior ainda para o brasileiro, fica sem receber um serviço que é de obrigatoriedade estatal, mesmo pagando por isso.

Nesses nuances, fica cambaleando a saúde financeira do Brasil. Mas sejamos francos, mesmo as medidas não sendo as melhores, pelo menos, algo foi feito em nome da progresso economico e não por apenas jogada política, típico do governo Lula. Dizem que as medidas são de médio-longo prazo e vão começar a surtir efeito nesse segundo semestre, esperamos assim.

 
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Publicado por em 26 de julho de 2012 em Artigo

 

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Atropelando…

Uma nova medida do governo assombra o Congresso Nacional(se assombra é porque não está agrando muito). A alíquota unificada, é a proposta para acabar com a “guerra dos portos”, onde, o porto coloca a taxa que quer, afim de ganhar competitividade. O argumento para a medida é de que, vai controlar a entrada de importados. A taxa será de 4%, unificada para todos os portos.

Concerteza estão desconsiderando todos os demais estados que possuem portos, se havia “guerra” é porque não havia equidade. O sudeste, tirando Espírito Santos, concentra a maior parte das atividades, se destacando o porto de Santos. Caso aprovada, a expectativa é de aumento de atividade no porto de Santos, monopolizando mais ainda…

A ação não leva em consideração os estados que serão prejudicados, os desconhece e não dá poder de serem ouvidos, é daquelas atitudes que estrapolam o bom senso, diplomacia violenta. Darão poder de voz aos estados, só depois de aprovarem, vimos isso também com as sansões ao México e tantas irresoluções à indústria automotiva. No que tange e economia, parece não haver quem possa se opor às ações do governo. Agem sem estudo, desconhecem a palavra “acordo” e por não há constância. Pesa mais ainda saber que o “custo Brasil” supre o lastro de 4%, e com folga!

São 4 meses com tentativas frustadas de negociar uma transição, porque a medida deverá entrar em vigor já em 2013, uma mudança abrupta e pode ocorrer briga na justiça, caso não hajam algum plano de transição favorável. Agora é esperar os mandos e desmandos, pelo menos pode se provar que federação é um nome estranho por aquelas bandas…

AD NUTUM!

 

 

 

Queremos trabalhar também...

 
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Publicado por em 18 de abril de 2012 em Uncategorized

 

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Integração e republicana ambígua.

O ano como sempre começa com grandes acontecimentos, não começamos com uma grande catástrofes como 2010, felizmente. Ocorreu dias passados, quando Dilma expôs seu desabafo republicano. A imprensa pouco tratou do assunto e deixou de lado, já que para eles não importam e ainda pode prejudicar os negócios.

Trata-se da atitude republicana de nossa presidente Dilma. Discursando a favor da integração de todos os estados em prol do desenvolvimento, alguns interpretam como pedido de misericórdia. A nova investida aparece em época pouco propícia, já que nos aproximamos de eleições municipais o que a torna ambígua. Os municípios, tem seus lados bons e ruins, os bons são denominados: capitais, também existem os pólos que concentram a produção ou extração de determinado produto. Isso já deixa a guerra por municípios um pouco quente. As coisas ficam ruins nas pequenas, lá o coronelismo pode não existir mas os favores são moedas graciosas, é como dar cargos ministrais aos partidos aliados, todos ganham mas só um detêm o poder que quase sempre é hereditário. Senhor Marconi Pirilo (PSDB), governador de Goiás defendeu Dilma e seu partido pretende lançar seu candidato, o alvo é Goiânia, atualmente nas mãos de Paulo Gárcia(PT).

E termos práticos, uma maior integração nacional colheria bons frutos, já que o mercado interno perde suas forças quando falamos em exportações, dólar e euro. Estados que hoje fazem importação de outros países poderiam comprar do vizinho, nasceriam projetos de infraestrutura para escoamento da produção, ou simplesmente para fácil locomoção. Seria melhor que a intensa guerra estadual, brigam por royalties valiosíssimos, brigam por causa da copa, a própria população discrimina determinado estado ou se acha superior. Má sorte aos mineiros que não conseguiram independência dessa nação esdrúxula.

O grito por união louvável e que deveria ser discutida, com seriedade e deveria ser difundido na população. Está certo que não ocorrerá mas volto a dizer que deveria, trata-se simplesmente do patriotismo saudável. Essa desunião é nociva, faz desmoronar a unidade nacional, corta os pés do Leviatã. Interesses tão distintos, podem ser legítimos já que vivemos em um país com extensões continentais, portanto, características geográficas definem o interesse local em determinado aspecto, muito diferente de outro estado, do outro lado do país. O problema é quando a divergência não se dá geograficamente e sim por: preconceito e xenofobismo. A desunião é uma praga, comparável ao movimento dos indiferentes.

O que não pode é haver muita união nos partidos, ali é diferente e pode prejudicar bastante um governo. A união que gerou a venda de cargos ministrais, coisa velha usada pela direita e esquerda, tão discutida no governo Lula e Dilma e esquecida no FHC. União que privatiza o próprio poder público, tamanha contradição que defino como “keyneliberal” ou simplesmente “licença para governar”. Poís digo sim a integração nacional e não a integração partidária!

 
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Publicado por em 19 de janeiro de 2012 em Artigo

 

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O elo entre mídia e corrupção.

Uma situação que infelizmente se tornou corriqueira em 2011, demissão de Ministros. Um ato um tanto incrívelmente ameaçador para o governo. Demitir uma pessoa de cargo ministral é demonstrar que os líderes das pastas de priori do Brasil são mal escolhidos. Deixando em nossas mentes um descontentamento com a faculdade mental da presidente. Mas não chegamos ainda na obra de Dédalo.

Sabemos os motivos pelo qual escolhera esses ministros, sabemos que mesmo assim houveram erros. Sabemos também que um agente sempre esteve lá para dar início a reação. A mídia “liberal” brasileira. A maioria das denúncias que derrubaram os chefões partiram de denúncias vagas mas todos nós ficavam com o pensamento na mente: e o Don Corleone[O Chefão – Mario Puzzo] porque nunca foi preso? Ficavamos com a aquela coisa de que, era ladrão mas não conseguiamos provas para prender. Não estamos errados, já que a realidade da política nos condicionou a pensar nisto. Realidade que ajudamos a criar.

O real problema é definido como: manipulação midiática. Vimos o vigor ao investigar as devassas do governo pseudo-esquerdista mas morosidade com as devassas dos direitistas. Pouco se fala no estravio do dinheiro público no governo Kassab e outras que ocorrem em São Paulo.

Fica mais que claro. A mídia mostra o que quer, como quer e na hora que quer, isso é virtuoso. O problema é o conteúdo e quem recebe. Encobrem os crimes direitistas e colocam no outdoor os crimes da esquerda. Apoiam Collor e depois o denigrem. Tamanha falta de plurarlismo.

Mas também fica claro que há corrupção na Direita e na Esquerda. A mídia pode fazer seu trabalho de forma não muito certa mas ainda o faz. O problema da mão manipuladora e da corrupção ainda tem um elo em comum: o indivíduo. O componente fundamental para formação de um Estado, já que ele é feito de vários indivíduos. A peça que move para o triunfo ou desastre. Nossos indivíduos estão no escuro, essa é a verdade.

 

 

Luz atuando

 

 
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Publicado por em 6 de dezembro de 2011 em Artigo

 

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Protegendo o criminoso

Entra mês e sai mês, crise global, novamente quedas no sistema neoliberal e as oscilações nas bolsas de valores trazem terror para a população. Vivendo em uma país que defende não se decide o caminho, totalmente neoliberal ou em parte? Tais problemas e questões estão saturadas e não merecem citação, apenas resolução.

Ao decorrer desse mês houve o anúncio de Manteiga do aumento do IPI sobre véiculos importados, ao completamente ligado a economia, balança comercial e afins. O Brasil em si perde bilhões nessa balança desfavorável, principalmente com a Argentina, a gama de veículos que rodam sobre nosso solo é em maior parte importada e não produzido em solo tupiniquim. Mesmo montadoras com bastante tempo de mercado, evita produzi-los aqui e isso mostra que não se importam com o consumidor, que sofre o impacto indireto disso.

O prejuízo maior certamente será para quem não fabrica aqui, como as marcas mais novas, as coreanas e chinesas e são logo as que mais crescem no Brasil. A cada ano elas tomam mais o mercado e retiram uma quantidade das mãos das “4 grandes”. Logo pode se nascer indagações de que, houve lobby! Isso não pode-se afirmar equivocadamente, uma vez que, essas grandes também terão reajustes.

O discurso é dito como protecionista e é, porém, há um grande movimento ainda na internet, contra o preço abusivo dos veículos vendidos aqui, que são os mais caros do mundo. Elas produzem então carros com baixa tecnologia e segurança, vendem por preços abusivos e compramos esses carros. Mesmo com esses detalhes importantes ainda fica claro o benefício, realmente é uma proteção de mercado. Nosso mercado cresce a cada ano, compramos carros e mais carros, um dos maiores mercados do mundo e logo fica viável novas fábricas se instalarem aqui, ou não, lembre-se dos custos de produção dos Tigres Asiáticos que podem valer mais a pena.

Não se deve esquecer que as montadores que importam, também praticam altas taxas de lucro e isso as colocam no mesmo patamar das “4 grandes” abusando do consumidor que continua comprando os veículos.

Concluo que, a medida é inteiramente de proteção do mercado e isso é louvável sim, porém, os carros produzidos aqui são de pior qualidade e mais caros, os carros importados eram alternativas melhores de mais qualidade e melhor custo benefício. Com esse aumento fica mais difícil conseguir esse veículo de melhor qualidade e o consumidor fica mais pressionado a escolher o nacional, aquele. O que garante a continuidade dos preços de carros nacionais? Eles podem aumentar e aumentar a absurda taxa de lucro.

Caro leitor, certamente pode ter pensado nisso desde o ínicio do texto, porém, não citei isso. Sim, o consumidor é um dos males de tudo isso, o mesmo consumidor que compra o carro brasileiro caro e de má qualidade, também vota mal nas eleições. É a velha relação de autor e ator, nós somos os autores dos problemas [preços abusivos] que nos acercam, elas são atores de nossa condição criada. Isso só mudará com a pesquisa antes da compra e fim dos velhos dogmas ligados a veículos, sim coisas tão pequenas podem mudar totalmente o rumo da nossa industria automotiva para melhor.

 

 

Carro caro!

 

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2011 em Discorra

 

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