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A Marcha das Vadias contra o politicamente correto

07 jun

Movimentos sociais, conceitualmente são aqueles onde determinada camada social se une para reivindicar mudanças ou protestar contra a atual situação, em relação ao contexto que vivem. Nem sempre dão certo, existem movimentos sustentados por grandes entidades da sociedade e por isso vingam, os que se contentam com a boa vontade dos participantes, de minoria, sofrem. Principalmente com as autoridades locais…

Ao confrontar o conservadorismo que ainda nos assola em pleno século XXI, as “vadias” sofrem para terem seu grito ouvido e disseminado. Estereótipos, preconceito, naturalização, senso-comum, tudo vale na defesa dos “bons modos”, dos “valores de valia”. O status quo da sociedade, quase que imutável. Não haveria de ser de outra forma, a praga se multiplica, cólera maldita… Cosmopolitismo não mostra sua face romântico-liberal que muitos seguiam…

No centro aparece o burocrático sistema cristão, homofóbico e misógino. Pregações non-sense. Defensores da moral cristã, que tentam universalizar, usurpando a livre conduta individual. As armas são variadas, desde a maciça exposição midiática com cultos fajutos, até livros de exposição descarada de ódio à camada homossexual.

Como era de se esperar, a intolerância atinge o meio da adolescencia “pseudo-culta” da classe média “way of life”. Os pequenos que deveriam ser participantes desse zeitgeist humanista se converteram à reacionários. Disseminando discursos de violência moral e física à tudo que é “vulgar”, ou qualquer coisa que não esteja na modismo vigente. Além da imposição de um estereótipo, simples e popular, vulgar=alienada-despolitizada(melhor esquecermos os adjetivos ultrajes…).

Quando vamos parar de dar valor ao privado e valorizar o público? Sim! Ações privadas, deixem ao intento de quem as pratica, ao seu bel prazer, por puro entrenimento ou não. Ações públicas, essas sim deveriam ser policiadas, mas o que entendo por público? Simplesmente sua atitude como cidadão componente de uma democracia, o voto, a participação política, a interação com as demais camadas sociais, a valorização dos vários pensamentos que nos norteam, o senso crítico…

Inversão total. Limitação de ações puramente inerentes à moral do indivíduo, sem qualquer dano aos demais(lei) mas sim para busca do prazer, felicidade, amizade, diversão. Facismo descarado. Privar as inclinações pessoais de outro por puro julgo de repulsa. Vivemos uma democracia liberalista, isso inclui o pluralismo de pensamento, o choque de ideias, igualdade no gozo de liberdade. Sistemas não liberalistas são facilmente reconhecíveis: Brasil era ditatorial, Coréia do Norte, Cuba, China, Irã… Ser livre é ser apenas participante de um meio totalmente homogeinizado?

Somos seres diferentes por essência e empaticos por excelência.

O politicamente correto que nos policia, 24h por dia. Todos podem ser um “Agente Smith”.

As imagens expoem muito bem todas as informações…


Prova de uma das intolerâncias, notadas em grande escala nas redes sociais, em um meio de filosofia libertária… Hipocrisía ou ignorância? Pseudo-cultos…

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Publicado por em 7 de junho de 2012 em Uncategorized

 

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