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Julgue rapidamente

07 out

Um Estado para que se mantenha firmamente, necessita de ações que promovam a equidade, paz, segurança, todas os estados que tragam bem-estar social. Observando a atualidade do mundo, achamos o capitalismo ali, o palco do show de marionetes, o empregador controlando o empregado marionete e isso traz se contrapõe com a cidadania. O pacto privado é desigualitário e o pacto social é igualitário, em situação ideal. Já que o pacto social é igualitário não é certo que ocorram certos atos.

Nunca se viu um inquérito tão rapidamente ser completo, um processo com tamanho vigor e obrigatoriedade. Em primeiro plano diriam: rápido porque é juíza, se fosse um pobre nunca terminaria. Em segundo plano diriam: velocidade exemplar, senhora de prudência judicial honrando o seu cargo e dever, os culpados devem ser presos. Mostra-se que esse caso tem certo motivacional para o processo ocorrer, mas não só neste caso.

Com ditames éticos, sabemos que independente da classe social a que pertence uma pessoa injuriada, o culpado deve ser punido para prevenir futuros casos. Logo, chega a ser maléfico promover uma contrariedade a justiça regular que eles recebem. Mas, quando essa justiça não é regular para a classe baixa da população, como coibir a revolta e a repulsa com a eficácia na justiça da elite. Não há como.

A falta de equidade na justiça gera a revolta da parte prejudicada, dependendo do poder dessa parte define-se o risco que o soberano corre ao deixar a doença tomar conta do Estado. Essa revolta deveria ser contra o governo, contra quem define as políticas, quem fiscaliza, mas acaba sendo focalizada na elite também que em termos frios, não é a culpada, mas nós sabemos que eles propiciam outras doenças bem piores, definidas por vários filosofos e sociologos. Mas uma coisa é certa, a massa política atuante no governo é de maioria composta pela elite…

Essa revolta contra a elite gera o julgamente equivoco de determinadas situações, como exemplo, o assassinato da juíza Patrícia Acioli que mostrou-se engajada em fazer seu trabalho com ética e sem temor das partes poderosas do sistema de segurança estatal. Então essa situação, da velocidade do processo de justiça de seu assassinato, acaba sendo visto no primeiro plano e não no segundo plano.

Fica claro que essa doença além de gerar revolta, gera julgamento equívoco e tudo isso deteriora a situação social na nação. É uma situação complexa e com duas vias de tráfego, e isso pode ser simplesmente exemplificado por uma pessoa, ploretário que viu um parente próximo ser morto e nada ser feito com o causador da devassa, julgar o caso da juíza em primeiro plano. Quando vamos perceber que esse problema é maior do que imaginamos e tratar de dar remédio, parar de vez com esse ato que incita a guerra entre classes, a discórdia, guerra social.

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Publicado por em 7 de outubro de 2011 em Discorra

 

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