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No caminho do Marco Regulatório da Mídia

15 set

Após o Congresso Nacional do PT, onde saiu o texto do evento, apareceram as críticas à mídia direitista. Atacando o modo com que veiculam as informações e ações danosas ao bem-estar. Citando como sempre, a campanha: Os pobres elegeram a Dilma e as novas devassas, como o atual caso do jornalista que tentou invadir o quarto de José Dirceu.

Desde o Governo Lula, com a proibição de piadas com políticos tentam tocar na nossa liberdade de expressão ,que usam de forma tão incorreta, até esse entrave cair. Porém, contradições logo aparecem a quem defende o marco. Simplesmente estamos vivendo um ano de proibições e novas barreiras a liberdade de expressão. Não se pode dar ao luxo de defender o marco, uma vez que, vivemos em uma “demonarquia”. São claros os motivos, os crimes da mídia são deploráveis mas o que lhes impedem de meterem-nos “ferro a boca”?

Não devemos esquecer o “AI-5 da internet” que ronda os corredores do Congresso Nacional e essa é outra emenda que pretende diminuir ainda mais a liberdade de expressão, como o marco regulatório que Rui Galvão defende. Ambos possuem o mesmo princípio e foram chamados pelos mesmos problemas, como não? Abusaram da liberdade que agracia os internautas, logo, crimes graves e difamações apareceram feito por pessoas anônimas, o homem insaciável por suas paixões tornou esse meio mal visto a ponto de nascer essa futura regulação. E o que ocorre com a mídia? Novamente abusam da liberdade, usam a força verbal de forma erronia, por isso nascem as piadas contra mulheres feias e movimentos elitistas sem nexo.

 

 

 

 

 

 

Ao falar assim pode-se pensar: O governo está cumprindo com sua função de proteger seus súditos e garantir uma colheita a todos. O “x” que se estica em nosso trapézio celebral é que, nem todos usam mal seu direito de liberdade, logo, todos vão ser prejudicados consideravelmente. Isso poderia evoluir a um estado de não crítica as políticas públicas, a um estado semelhante ao do Regime Militar. Outra má característica de nossa humanidade, mesmo na direita ou esquerda, logo abusam da força excessiva impondo o depostismo. Nem todas as denúncias são erradas, nem todas as reivindicações vindas da mídia são criminosas, existem vários veículos que usam de forma correta seu poder de expressão, pressionam os governantes e conseguem melhorias para a população, da mesma forma ocorre na internet, onde existem pessoas engajadas a discutir os problemas sociais e procurar soluções.

Essa semana, ontem, saiu o marco regulatório da TV por assinatura, que em resumo traz deveres as empresas como: transmitir programas nacionais em horários nobres, limite de 30% no capital estrangeiro das empresas que produzem os programas. Sim já estão trabalhando as regulações. Sim, essa previlegia o Brasil, o produto nacional televisivo mas já é uma regulação no veículo denominado tevê. Em meio ao da mídia e o da internet, as porcentagens aumentam para o lado da prisão.

O Governo faz sim uma política certa, quer dar um remédia a sua doença, aquela doença da massa não crítica que eles deixaram tomar conta do corpo vivo estatal. O problema é que estão usando genérico, e esse pode ter efeitos colaterais.

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Publicado por em 15 de setembro de 2011 em Uncategorized

 

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